A batalha dos livros contra os e-readers

A batalha dos livros contra os e-readers

(Source: lorettacosgrove, via avidamodernaeumlixo)

afantasticabiblioteca:

“Carregue sempre sua toalha, você nunca sabe quando vai precisar dela.”Feliz dia da toalha!  (25 de Maio) 

afantasticabiblioteca:

“Carregue sempre sua toalha, você nunca sabe quando vai precisar dela.”


Feliz dia da toalha!  (25 de Maio) 

(Source: conversacult)

Não entre em pânico e carregue sempre a sua toalha

Um viajante intergaláctico pode esquecer sua reserva de oxigênio, seu almoço de amanhã e até a sua escova de dentes; mas nunca, nunca pode esquecer a sua toalha. Pelo menos é isso que disse Douglas Adams em sua série de livros O Guia do Mochileiro das Galaxias. Na verdade, o autor passou um capítulo inteiro explicando a importância da toalha: ela pode ser usada como agasalho, quando molhada se transforma numa arma de combate, enrolada na cabeça protege o mochileiro de gases tóxicos e, veja só, se estiver seca e limpa pode ser usada para enxugar o corpo. Mas, o mais importante é a segurança psicológica que a toalha dá ao mochileiro: se a carrega consigo, ele também conclui que não está com tudo o que precisa, como escova de dentes, sabonetes, biscoitos, barbante e traje espacial. Para Adams, se o mochileiro é capaz de viajar por todas as Galáxias, superando todos os obstáculos que encontra, e ainda souber onde está sua toalha, ele merece respeito. É por isso que os fãs dos livros decidiram que, todo dia 25 de maio, homenageariam o autor carregando uma toalha consigo o dia inteiro.

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(Source: bookporn, via teachingliteracy)

(Source: nevver, via teachingliteracy)

O silêncio do desconhecido

“Sou incapaz mesmo, não gosto de “gentes maravilhosas”, não gosto de gente, para abreviar minhas preferências”

Uma carta expondo sentimentos feridos nunca ditos antes não é das idéias mais originais, mas com certeza ninguém a imagina da mesma forma que o escritor de Pindorama, interior de São Paulo, Raduan Nassar. Em seu conto O ventre seco, publicado em 1997 no livro Menina a caminho (mas escrito em 1970, época de repressão política e cultural), Nassar cria um cenário cotidiano para servir como crítica e discussão de algo maior. O alvo aqui é a chamada intelectualidade da época, ou melhor, a “gentes maravilhosas” como o narrador mesmo as classifica. “Não gosto de gente”, ele limita ainda mais suas preferências.

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